Tem um elefante nos fios. Eu posso ver, você não
O doce sabor de um desatino
O gênio do louco é o licor da razão
Sentar-se na sala escura e morta
No tino do verso, assobiar a canção
Tem um elefante nos fios. Eu posso crer, você não
O doce sabor de um desvario
O circo do louco é o flagelo do são

Nenhum comentário:
Postar um comentário