Sai daqui
Deixe-me ao sabor amargo do destino
Que me impuseste
Esse teu amor que eu trago parece fumo
Parece peste
Mas culpas não são à toa, não é garoa o que me cala
Sai daqui
Deixe-me à vida, doce vida, tida
Com displicência
Quero meu amor tratado, assim curado
Na experiência
Desculpas assim tão boas, pareço mau por recusá-las
Mas culpas não são garoa e as tuas nunca são chuva rala
Sangre-me
Cobre-me a atitude simples do menino
Que conheceste
Esse teu amor que eu trago parece o rumo
Que tu perdeste

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