Tua mão é fria, a frieza em ti é normal
Tal qual friagem de dia
Sob um sol de quarenta graus
Tua palavra é vazia, o vazio em ti é normal
A tua frase machuca, mas me cura afinal
Uma apoteose desde o início
E eu ando meio viciado em teu corpo sagrado
O corpo suado e o suor consagrado
É que a paixão é assim para ti e para mim
Uma apoteose até o fim, sem fim
Tua vida é um jogo, o teu jogo a sedução
Tal qual criança carente
A cara triste pedindo um pão
Tua hora é prática, tua prática me descontrai
A tua pose me fere, mas teu luxo me atrai
Uma apoteose desde o início
E eu ando meio viciado em teu corpo sagrado
O corpo suado e o suor consagrado
É que a paixão é assim para ti e para mim
Uma apoteose até o fim, sem fim

Nenhum comentário:
Postar um comentário