Eu sou a vida, mesmo que passageira
Passageiro que sou, sou tudo a que me atrevo
Eu sou essa lida, sem eira e sem beira
Passageiro que sou, sou os dias em alto-relevo
Quero olhar para o sol e esquecer que não é para sempre
Quero um pouco de sorte, porque hoje estou cansado de morte
Eu sou a faina, mesmo que corriqueira
Corriqueiro que sou, eu sou aquilo que escrevo
Eu sou essa labuta, sem eira nem beira
Corriqueiro que sou, sou os dias em alto-relevo
Quero olhar as pessoas, quero olhar essa gente
Quero olhar para o sol e esquecer que não é para sempre
Quero um pouco de sorte, porque hoje estou cansado de morte

Um comentário:
Que lindo trabalho, amigo! Vou seguir seu blog!
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