Eu vivo
A entregar o que sinto
Incomodando o ouvido e o espelho
Como quando
Eu puxo o pentelho
Jurando a mim que eu não minto
São as horas de morte em vida, são as vidas que levo a morrer
São os versos que mato na lida, são as rimas que vivo a perder
Eu vivo
A atrapalhar o que canto
Atormentando o outro e o cachorro
Como quando
Eu agatanho o joelho
Jurando a mim que eu não morro
São as horas de morte em vida, são as vidas que levo a morrer
São os versos que mato na lida, são as rimas que vivo a perder

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